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Photo Albumprimavera (1 photo)Oct 3, '07 1:56 PM
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Photo AlbumSobre a cabeça os aviões (1 photo)Jul 10, '07 12:54 PM
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algo que venho querendo fazer há muito tempo...e nem consegui como eu queria...

pra vocês, mais um pouquinho do que eu curto de sampa...

LinkF A V E L A P A I N T I N GApr 19, '07 9:21 AM
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Gaudí de Paraisópolis
É assim que o jardineiro Estevão Silva da Conceição ficou conhecido ao levantar um castelo, comparado à obra do arquiteto catalão, numa favela paulista

Há 28 anos em São Paulo, 20 deles na favela de Paraisópolis, na região do Morumbi, este baiano de 48 anos tem estilo semelhante ao do arquiteto e artista plástico catalão Antoní Gaudí (1852-1926). Estevão não completou o ensino fundamental, mas levantou seu castelo de forma genial. Um pedacinho de sua arte pode ser visto no Shopping Jardim Sul, já que o artista decorou uma vaca, batizada de Cowdí, para a Cow Parade. A exposição, que espalhou 150 vacas em vários pontos da cidade, vai até 6 de novembro.

Como tudo isso começou?
Quando cheguei à favela de Paraisópolis, em 1985, pensei em fazer um barraco todo enfeitado. Havia um jardim pequeno, onde plantei um pé de roseira, mas a criançada estragava tudo. Então, fiz essa armação de ferro para sustentar a planta. Tive a idéia de revestir com uma tela de arame e fui enchendo de cimento. Comecei a colocar pedras e, depois, o primeiro prato. Não parei mais.

A estrutura parecida com galhos foi proposital?
A idéia de fazer tudo cruzado, como uma raiz, era para sustentar a roseira. Se eu fizesse uma estrutura reta, ela poderia desabar.

Onde encontra tudo o que coloca na estrutura?
Compro em bazares, pois as peças são mais baratas.

Como surgiu a oportunidade de fazer a Cowdí?
Inscrevi meu projeto e fui selecionado. Fiz o espelho da minha casa. Enquanto terminava a vaca no shopping, as pessoas ficavam olhando, muito curiosas. A maioria gostaria de visitar minha casa, mas tem cuidados por estar numa favela.

O que o pessoal de Paraisópolis fala de sua casa?Antes falavam que eu era doido. Achavam que eu deveria fazer uma casa normal em vez desse jardim trançado. Agora todo mundo dá valor porque saí em revistas (com destaque na revista italiana Interni, de jul./ago. 2002, dedicada ao Brasil) e em programas de TV.

Você acha seu trabalho parecido com o de Gaudí?
Quando comecei a fazer essa casa nem sabia quem ele era. A primeira vez que vi a obra do Gaudí foi num livro de uma estudante que veio aqui. Em 2001, o Centro de Estudos Gaudinistas me convidou para visitar Barcelona. O que achei mais parecido foi o Parque Güell.

O que acha dessa semelhança?
Dizem que me inspirei no Gaudí ou que sou a reencarnação dele. Quando fui ao Parque Güell, deitei e abracei uma árvore. Em seguida, me contaram que havia sido plantada por ele. Uma coincidência.


Matéria publicada na edição 145 - outubro | 2005

Photo Albumno caminho com Maiakóvski (4 photos)Mar 5, '07 6:11 AM
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de Eduardo Alves da Costa:


No caminho com Maiakóvski

"[...]

Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem;
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.

[...]"






Photo Albumlavoro (3 photos)Mar 3, '07 4:17 PM
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Photo Albumrush (2 photos)Feb 24, '07 7:45 AM
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Photo Albumlux (1 photo)Feb 6, '07 10:32 AM
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Photo AlbumPARE- fumese uno (1 photo)Feb 6, '07 10:07 AM
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Photo Albumel día que me quieras.... (1 photo)Dec 3, '06 7:19 AM
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El día que me quieras
no habrá más que armonías,
será clara la aurora
y alegre el manantial.
Traerá quieta la brisa
rumor de melodías
y nos darán las fuentes
su canto de cristal.
El día que me quieras
endulzará sus cuerdas
el pájaro cantor,
florecerá la vida,
no existirá el dolor...

Photo AlbumDoril - Epitáfio (1 photo)Nov 15, '06 6:17 AM
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Viveram pouco para morrer bem
Morrerram jovens para viver pra sempre


Faz teu epitáfio,
pra que através de ti
A morte morra de rir
Desses que vivem aqui.

Venham também assistir
A esse espetáculo,
E que minha lápide
Lhes sirva de oráculo.

E depois acabou-se
A língua humana.
O que sobrar,
A peste arrebanha.

A cova é o lugar onde
O homem trabalha,
E a morte é o salário
que ele ganha.

o Homem já não
existe, nem existe
nada igual.

Você que está lendo
isto só pode ser um animal.

( acho que é de Timão de Atenas)



Vídeo: Vicki Harris
Falta de Iluminação : Clima de São Paulo
Poluição Sonora : Av 23 de Maio
Agradecimento: o pintor do Bigode



MOV08264.MPG (57.2 MB)

Photo Albumkombi '66 (14 photos)Nov 13, '06 7:10 AM
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Marcha da kombi
(Wandy)

Eu economizei, mizei.
Comprei, comprei, comprei
uma Kombi meia seis,
de um japoneis.
Ela é ensinada,
só falta asa.
Corre a beça
e vai sozinha pro Ceasa.
Ela é uma jóia.
Que lataria!
Passou de trinta
já começa a bateria.
Eu economizei, mizei.
Comprei, comprei, comprei
uma Kombi meia seis,
de um japoneis.
Mas vou contar prá vocês
ela já me aborreceu
é só Ceasa, é só Ceasa.
Faz mais de um mês
que eu não volto para casa.
Eu economizei, mizei.
Comprei, comprei, comprei
uma Kombi meia seis,
de um japoneis.


Photo Album..ele é mesmo um gato !!!! (10 photos)Nov 6, '06 6:27 AM
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Borba Gato

Era Manuel de Borba Gato filho de João Borba e de sua mulher Sebastiana Rodrigues e foi casado com Maria Leite, filha de Fernão Dias Pais. Acompanhou seu sogro ao sertão à mando do governador de São Paulo, Afonso Furtado de Castro, procurar a mítica serra de Sabarábuçu, jázida de esmeraldas e prata, isto de 1674 a 1681.
Após a morte de Fernão Dias, por ocasião da ida da administrador-geral das minas D. Rodrigo de Castel Blanco àquele sertão, teve desentendimentos com esse delegado régio, devido a sua inação em fazer entradas no sertão para procurar esmeraldas resultando mata-lo, numa estrada que ia ter ao arraial do Sumidouro, em 28 de agosto de 1682.
Por esse crime foragiu-se para o sertão do rio Doce e sómente em 1700 reapareceu no povoado, recomendando o governador do Rio de Janeiro que se fizesse silêncio no seu processo, no interesse dos descobrimentos de ouro que fizera e desde 1678 vinha tentando no rio das Velhas e na chamada serra de Sabarábuçu. Mas sómente em 1700 trouxe ele a São Paulo, apresentando a Artur de Sá e Meneses amostras de ouro paliado, regressando logo a seguir para o sertão da Sabarábuçu, (autal Sabará /MG) em companhia de seus genros Antônio Tavares e Francisco Arruda.
O fato é confirmado pela carta de sesmaria passada à Irmandade de Santo Antônio do Bom Retiro, da matriz de Roça Grande, por Antônio Coelho de Carvalho, em 7 de fevereiro de 1711, na qual se diz que foi ele o primeiro povoador e minerador do rio das Velhas (atual Sabará/MG). Por provisão de 6 de março de 1700 foi Borba Gato nomeado guarda-mor desse distrito e pela de 9 de junho de 1702, superintendente das minas do mesmo rio. Pela carta de 18 de abril de 1701, Artur de Sá e Meneses autorizou-o à posse das terras "terras entre os rios Paraopeba e das Velhas, chapadas da serrania de Itatiaia".
Teve ainda Borba Gato carta régia de elogios pelos serviços prestados, ocupou várias vezes a superintendência geral das minas, foi provedor dos defuntos e ausentes e administrador das estradas. Criou nas suas terras duas grandes fazendas, a do "Borba" no ribeirão do Borba e a do "Gato", no distrito do Itambé.
Faleceu segundo Diogo de Vasconcelos em 1718, quando exercia o cargo de juiz ordinário da vila do Sabará, tendo cerca de noventa anos de idade.
Segundo registros encontra-se enterrado em Paraopeba/MG e em Santo Amaro, é o guardião na entrada do Bairro em uma obra do nosso escultor Júlio Guerra , na confluência das Avenidas Adolfo Pinheiro e Santo Amaro.

O Monumento

Os temas e tipos populares sempre estiveram presentes na produção artística do modernista Júlio Guerra, marcando seu caráter sensível e humanista.

Nascido em 1912, na então cidade de Santo Amaro, esse escultor foi o responsável pelo uso de cores nas esculturas. Uma das mais famosas esculturas públicas de São Paulo é o Borba Gato, na avenida João Dias, que, com seus dez metros de altura compostos por um mosaico de pequenas pedras coloridas, simboliza a entrada do bandeirante no Bairro de Santo Amaro. O olhar da figura está direcionado ao eixo noroeste, no sentido do caminho de entrada para o sertão, além de estar posicionada de costas para a Serra do Mar, de onde vinham os colonizadores.




Photo Albumpoesia na Paulista (3 photos)Oct 30, '06 9:58 AM
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Photo AlbumEduardo Srur - na marginal pinheiros (8 photos)Oct 25, '06 7:16 PM
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Photo Albumtem um japonês trás de mim (1 photo)Oct 20, '06 12:27 PM
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Bye bye, Brasil
Roberto Menescal - Chico Buarque/1979
Para o filme Bye, bye Brasil, de Carlos Diegues





Oi, coração
Não dá pra falar muito não
Espera passar o avião
Assim que o inverno passar
Eu acho que vou te buscar
Aqui tá fazendo calor
Deu pane no ventilador
Já tem fliperama em Macau
Tomei a costeira em Belém do Pará
Puseram uma usina no mar
Talvez fique ruim pra pescar
Meu amor

No Tocantins
O chefe dos parintintins
Vidrou na minha calça Lee
Eu vi uns patins pra você
Eu vi um Brasil na tevê
Capaz de cair um toró
Estou me sentindo tão só
Oh, tenha dó de mim
Pintou uma chance legal
Um lance lá na capital
Nem tem que ter ginasial
Meu amor


No Tabariz
O som é que nem os Bee Gees
Dancei com uma dona infeliz
Que tem um tufão nos quadris
Tem um japonês trás de mim
Eu vou dar um pulo em Manaus
Aqui tá quarenta e dois graus
O sol nunca mais vai se pôr
Eu tenho saudades da nossa canção
Saudades de roça e sertão
Bom mesmo é ter um caminhão
Meu amor


Baby, bye bye
Abraços na mãe e no pai
Eu acho que vou desligar
As fichas já vão terminar
Eu vou me mandar de trenó
Pra Rua do Sol, Maceió
Peguei uma doença em Ilhéus
Mas já tô quase bom
Em março vou pro Ceará
Com a benção do meu orixá
Eu acho bauxita por lá
Meu amor


Bye bye, Brasil
A última ficha caiu
Eu penso em vocês night and day
Explica que tá tudo okay
Eu só ando dentro da lei
Eu quero voltar, podes crer
Eu vi um Brasil na tevê
Peguei uma doença em Belém
Agora já tá tudo bem
Mas a ligação tá no fim
Tem um japonês trás de mim
Aquela aquarela mudou
Na estrada peguei uma cor
Capaz de cair um toró
Estou me sentindo um jiló
Eu tenho tesão é no mar
Assim que o inverno passar
Bateu uma saudade de ti
Tô a fim de encarar um siri
Com a benção de Nosso Senhor
O sol nunca mais vai se pôr





Photo Albummais vizinhos - other neighbours (9 photos)Oct 18, '06 6:24 AM
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