vicki's posts with tag: flower

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Photo Albumstarlight starbright (1 photo)Feb 23, '08 6:50 AM
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Photo Albumde sábado (1 photo)Nov 10, '07 11:51 AM
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Photo Albummais uma das antigas (1 photo)Sep 16, '07 8:52 PM
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Photo Albumvelhas novas (2 photos)Sep 16, '07 8:24 PM
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... Qué hace un hombre en estas ocasiones? Envia flores. Éste es un proyecto ridículo... pero las cursilerías, cuando son humildes, tienen todo el gobierno del corazón. En la isla hay muchas flores. A mí llegada quedaban algunos macizos alrededor de la pileta y del museo. Seguramente, podré hacer un jardincito en el pasto que bordea las rocas. Tal vez sirva la naturaleza para lograr la initmidad de una mujer. Tal vez me sirva para acabar con el silencio y la cautela. Será éste mi último recurso poético. Yo no he combinado colores; de pintura no entiendo casi nada...

...
....Me avergüenza un poco declarar mi proyecto. Una imensa mujer sentada, mirando el poniente, con las manos unidas sobre una rodilla; un hombre exíguo, hecho de hoja, arrodillado frente a la mujer (debajo de este personaje pondrá la palabra "yo" entre paréntesis).

Habrá esta inscripción:

Sublime, no lejana y misteriosa,
con el silencio vivo de la rosa...


(de La invención de Morel)




Photo AlbumFor whom the bell tolls (2 photos)Jul 3, '07 10:29 PM
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Photo AlbumGood Morning !!!!!!!!!!!!!!!!!!!! (1 photo)Jun 22, '07 6:41 AM
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Photo AlbumUm Sonho (5 photos)Jun 18, '07 8:31 PM
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Eugénio de Castro

Um Sonho

Na messe , que enlourece, estremece a quermesse...
O sol, celestial girasol, esmorece...
E as cantilenas de serenos sons amenos
Fogem fluidas, fluindo a fina flor dos fenos...

As estrelas em seus halos
Brilham com brilhos sinistros...
Cornamusas e crotalos,
Cítolas,cítaras,sistros,
Soam suaves, sonolentos,
Sonolentos e suaves,
Em Suaves,
Suaves, lentos lamentos
De acentos
Graves
Suaves...

Flor! enquanto na messe estremece a quermesse
E o sol,o celestial girasol,esmorece,
Deixemos estes sons tão serenos e amenos,
Fujamos,Flor!à flor destes floridos fenos...

Soam vesperais as Vésperas...
Uns com brilhos de alabastros,
Outros louros como nêsperas,
No céu pardo ardem os astros...

Como aqui se está bem!Além freme a quermesse...
- Não sentes um gemer dolente que esmorece?
São os amantes delirantes que em amenos
Beijos se beijam,Flor!à flor dos frescos fenos...

As estrelas em seus halos
Brilham com brilhos sinistros...
Cornamusas e crotalos,
Cítolas,cítaras,sistros,
Soam suaves, sonolentos,
Sonolentos e suaves,
Em Suaves,
Suaves, lentos lamentos
De acentos
Graves,
Suaves...

Esmaiece na messe o rumor da quermesse...
- Não ouves este ai que esmaiece e esmorece?
É um noivo a quem fugiu a Flor de olhos amenos,
E chora a sua morta,absorto,à flor dos fenos...

Soam vesperais as Vésperas...
Uns com brilhos de alabastros,
Outros louros como nêsperas,
No céu pardo ardem os astros...

Penumbra de veludo . Esmorece a quermesse...
Sob o meu braço lasso o meu Lírio esmorece...
Beijo-lhe os boreais belos lábios amenos,
Beijo que freme e foge à flor dos flóreos fenos...

As estrelas em seus halos
Brilham com brilhos sinistros...
Cornamusas e crotalos ,
Cítolas,cítaras,sistros ,
Soam suaves , sonolentos ,
Sonolentos e suaves ,
Em Suaves ,
Suaves, lentos lamentos
De acentos
Graves,
Suaves...

Teus lábios de cinábrio,entreabre-os!Da quermesse
O rumor amolece,esmaiece,esmorece...
Dê-me que eu beije os teus morenos e amenos
Peitos!Rolemos,Flor!à flor dos flóreos fenos...

Soam vesperais as Vésperas...
Uns com brilhos de alabastros,
Outros louros como nêsperas,
No céu pardo ardem os astros...

Ah! não resista mais a meus ais!Da quermesse
O atroador clangor,o rumor esmorece...
Rolemos,ó morena!em contactos amenos!
- Vibram três tiros à florida flor dos fenos...

As estrelas em seus halos
Brilham com brilhos sinistros...
Cornamusas e crotalos,
Cítolas,cítaras,sistros,
Soam suaves, sonolentos,
Sonolentos e suaves,
Em Suaves,
Suaves, lentos lamentos
De acentos
Graves,
Suaves...

Três da manhã.Desperto incerto...E essa quermesse?
E a Flor que sonho? e o sonho? Ah!tudo isso esmorece!
No meu quarto uma luz,luz com lumes amenos,
Chora o vento lá fora,à flor dos flóreos fenos...

Arcachon,12 de julho de 1889.




Photo Albumfrô (1 photo)Jun 18, '07 8:34 AM
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Photo AlbumA fúria da beleza - Elisa Lucinda (1 photo)May 28, '07 10:32 AM
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A fúria da beleza

Estupidamente bela
a beleza dessa “maria-sem-vergonha”
soca meu peito esta manhã!
Estupendamente funda,
a beleza, quando é linda demais,
dá uma imagem feita só de sensações,
de modo que, apesar de não se ter a consciência desse todo, naquele instante não nos falta nada.
É um pá, um tapa, um golpe,
um bote que nos paralisa, organiza,
dispersa, conecta e completa!
Estonteantemente linda
a beleza doeu profundo no peito essa manhã.
Doeu tanto que eu dei de chorar.
Por causa de uma flor comum e misteriosa do caminho.
Uma delicada flor ordinária,
brotada da trivialidade do mato,
nascida do varejo da natureza,
me deu espanto!
Me tirou a roupa, o rumo, o prumo
e me pôs a mesa...
é a porrada da beleza!
Eu dei de chorar de uma alegria funda,
quase tristeza.
Acontece às vezes e não avisa.
A coisa estarrece e abre-se um portal.
É uma dobradura do real, uma dimensão dele, uma mágica à queima-roupa
sem truque nenhum. E é real.
Doeu a flor em mim tanto e com tanta força que eu dei de soluçar!
O esplendor do que vi era pancada, era baque e era bonito demais!
Penso, às vezes, que vivo pra esse momento
indefinível, sagrado, material, cósmico,
quase molecular.
Posto que é mistério,
descrevê-lo exato perambula ermo dentro da palavra impronunciável.
Sei que é desta flechada de luz
que nasce o acontecimento poético.
Poesia é quando a iluminação zureta,
bela e furiosa desse espanto
se transforma em palavra!
A florzinha distraída,
existindo singela na rua paralelepípeda esta manhã,
doeu profundo como se passasse do ponto.
Como aquele ponto do gozo,
como aquele ápice do prazer,
que a gente pensa que vai até morrer!
Como aquele máximo indivisível,
que de tão bom é bom de doer,
aquele momento em que a gente pede pára
querendo e não podendo mais querer,
porque mais do que aquilo
não se agüenta mais...
sabe como é ?
Violenta, às vezes, de tão bela, a beleza é!


Elisa Lucinda




Photo AlbumNouvelle Fleur (3 photos)Feb 14, '07 1:21 PM
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The strangest thought came to me on this morning
As I awake to greet the coming dawn
The sun was hardly peaking through the garden
It felt that with everything I was one

Then I wished that I could come back as a flower
As a flower
As a flower
How I wished that I could come back as a flower
As a flower
To spread the sweetness of love
To spread the sweetness of love

The dew had finished making love to many
A rainbow smelling sweet was in the air
I envied all the silence I saw growing
So unmoved by things outside themselves

Then how I wished that I could come back as a flower
As a flower
As a flower
How I wished that I could come back as a flower
As a flower
To spread the sweetness of love

How I wished that I could come back as a flower
Oh as a flower
As a flower
How I wished that I could come back as a flower
As a flower
As a flower
To spread the sweetness of love
To spread the sweetness of love

Wished that I could come back as a flower
Flower
Flower

Wished that I could come back as a flower
Flower
Sweetness of love

How I come back as a flower
Flower
Flower
How I come back as a flower
Flower

Sweetness of love
Sweetness of love






Stevie Wonder

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