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|  | ... Qué hace un hombre en estas ocasiones? Envia flores. Éste es un proyecto ridículo... pero las cursilerías, cuando son humildes, tienen todo el gobierno del corazón. En la isla hay muchas flores. A mí llegada quedaban algunos macizos alrededor de la pileta y del museo. Seguramente, podré hacer un jardincito en el pasto que bordea las rocas. Tal vez sirva la naturaleza para lograr la initmidad de una mujer. Tal vez me sirva para acabar con el silencio y la cautela. Será éste mi último recurso poético. Yo no he combinado colores; de pintura no entiendo casi nada...
... ....Me avergüenza un poco declarar mi proyecto. Una imensa mujer sentada, mirando el poniente, con las manos unidas sobre una rodilla; un hombre exíguo, hecho de hoja, arrodillado frente a la mujer (debajo de este personaje pondrá la palabra "yo" entre paréntesis).
Habrá esta inscripción:
Sublime, no lejana y misteriosa, con el silencio vivo de la rosa...
(de La invención de Morel)
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Eugénio de Castro
Um Sonho
Na messe , que enlourece, estremece a quermesse... O sol, celestial girasol, esmorece... E as cantilenas de serenos sons amenos Fogem fluidas, fluindo a fina flor dos fenos...
As estrelas em seus halos Brilham com brilhos sinistros... Cornamusas e crotalos, Cítolas,cítaras,sistros, Soam suaves, sonolentos, Sonolentos e suaves, Em Suaves, Suaves, lentos lamentos De acentos Graves Suaves...
Flor! enquanto na messe estremece a quermesse E o sol,o celestial girasol,esmorece, Deixemos estes sons tão serenos e amenos, Fujamos,Flor!à flor destes floridos fenos...
Soam vesperais as Vésperas... Uns com brilhos de alabastros, Outros louros como nêsperas, No céu pardo ardem os astros...
Como aqui se está bem!Além freme a quermesse... - Não sentes um gemer dolente que esmorece? São os amantes delirantes que em amenos Beijos se beijam,Flor!à flor dos frescos fenos...
As estrelas em seus halos Brilham com brilhos sinistros... Cornamusas e crotalos, Cítolas,cítaras,sistros, Soam suaves, sonolentos, Sonolentos e suaves, Em Suaves, Suaves, lentos lamentos De acentos Graves, Suaves...
Esmaiece na messe o rumor da quermesse... - Não ouves este ai que esmaiece e esmorece? É um noivo a quem fugiu a Flor de olhos amenos, E chora a sua morta,absorto,à flor dos fenos...
Soam vesperais as Vésperas... Uns com brilhos de alabastros, Outros louros como nêsperas, No céu pardo ardem os astros...
Penumbra de veludo . Esmorece a quermesse... Sob o meu braço lasso o meu Lírio esmorece... Beijo-lhe os boreais belos lábios amenos, Beijo que freme e foge à flor dos flóreos fenos...
As estrelas em seus halos Brilham com brilhos sinistros... Cornamusas e crotalos , Cítolas,cítaras,sistros , Soam suaves , sonolentos , Sonolentos e suaves , Em Suaves , Suaves, lentos lamentos De acentos Graves, Suaves...
Teus lábios de cinábrio,entreabre-os!Da quermesse O rumor amolece,esmaiece,esmorece... Dê-me que eu beije os teus morenos e amenos Peitos!Rolemos,Flor!à flor dos flóreos fenos...
Soam vesperais as Vésperas... Uns com brilhos de alabastros, Outros louros como nêsperas, No céu pardo ardem os astros...
Ah! não resista mais a meus ais!Da quermesse O atroador clangor,o rumor esmorece... Rolemos,ó morena!em contactos amenos! - Vibram três tiros à florida flor dos fenos...
As estrelas em seus halos Brilham com brilhos sinistros... Cornamusas e crotalos, Cítolas,cítaras,sistros, Soam suaves, sonolentos, Sonolentos e suaves, Em Suaves, Suaves, lentos lamentos De acentos Graves, Suaves...
Três da manhã.Desperto incerto...E essa quermesse? E a Flor que sonho? e o sonho? Ah!tudo isso esmorece! No meu quarto uma luz,luz com lumes amenos, Chora o vento lá fora,à flor dos flóreos fenos...
Arcachon,12 de julho de 1889.
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A fúria da beleza
Estupidamente bela a beleza dessa “maria-sem-vergonha” soca meu peito esta manhã! Estupendamente funda, a beleza, quando é linda demais, dá uma imagem feita só de sensações, de modo que, apesar de não se ter a consciência desse todo, naquele instante não nos falta nada. É um pá, um tapa, um golpe, um bote que nos paralisa, organiza, dispersa, conecta e completa! Estonteantemente linda a beleza doeu profundo no peito essa manhã. Doeu tanto que eu dei de chorar. Por causa de uma flor comum e misteriosa do caminho. Uma delicada flor ordinária, brotada da trivialidade do mato, nascida do varejo da natureza, me deu espanto! Me tirou a roupa, o rumo, o prumo e me pôs a mesa... é a porrada da beleza! Eu dei de chorar de uma alegria funda, quase tristeza. Acontece às vezes e não avisa. A coisa estarrece e abre-se um portal. É uma dobradura do real, uma dimensão dele, uma mágica à queima-roupa sem truque nenhum. E é real. Doeu a flor em mim tanto e com tanta força que eu dei de soluçar! O esplendor do que vi era pancada, era baque e era bonito demais! Penso, às vezes, que vivo pra esse momento indefinível, sagrado, material, cósmico, quase molecular. Posto que é mistério, descrevê-lo exato perambula ermo dentro da palavra impronunciável. Sei que é desta flechada de luz que nasce o acontecimento poético. Poesia é quando a iluminação zureta, bela e furiosa desse espanto se transforma em palavra! A florzinha distraída, existindo singela na rua paralelepípeda esta manhã, doeu profundo como se passasse do ponto. Como aquele ponto do gozo, como aquele ápice do prazer, que a gente pensa que vai até morrer! Como aquele máximo indivisível, que de tão bom é bom de doer, aquele momento em que a gente pede pára querendo e não podendo mais querer, porque mais do que aquilo não se agüenta mais... sabe como é ? Violenta, às vezes, de tão bela, a beleza é!
Elisa Lucinda
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|  | The strangest thought came to me on this morning As I awake to greet the coming dawn The sun was hardly peaking through the garden It felt that with everything I was one
Then I wished that I could come back as a flower As a flower As a flower How I wished that I could come back as a flower As a flower To spread the sweetness of love To spread the sweetness of love
The dew had finished making love to many A rainbow smelling sweet was in the air I envied all the silence I saw growing So unmoved by things outside themselves
Then how I wished that I could come back as a flower As a flower As a flower How I wished that I could come back as a flower As a flower To spread the sweetness of love
How I wished that I could come back as a flower Oh as a flower As a flower How I wished that I could come back as a flower As a flower As a flower To spread the sweetness of love To spread the sweetness of love
Wished that I could come back as a flower Flower Flower
Wished that I could come back as a flower Flower Sweetness of love
How I come back as a flower Flower Flower How I come back as a flower Flower
Sweetness of love Sweetness of love
Stevie Wonder |
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